Entrega voluntária do filho (in)desejado para adoção: um cuidado com a dignidade da vida infantil
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Resumo
O trabalho aborda o Instituto da Entrega Voluntária, instituído pela Lei
13.509/2017, e sua relevância como recurso legal no âmbito da adoção. O objetivo é
proteger os direitos fundamentais da criança, conforme o Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA), promovendo sua segurança e dignidade, e prevenindo o
abandono ou práticas ilegais como o aborto irregular. O instituto visa oferecer um
procedimento legal e humanizado para gestantes que optam por não maternar,
garantindo apoio psicossocial e principalmente o sigilo.
Destaca-se a necessidade de proteção integral da criança (Art. 7º do ECA), o
direito ao sigilo da genitora, e a intervenção de uma equipe interprofissional que
assegura um processo ético e digno. O estudo expõe as consequências do abandono,
tanto no aspecto legal quanto no desenvolvimento da criança, além de reforçar que a
entrega voluntária é um ato de responsabilidade e cuidado.
O trabalho conclui que a entrega voluntária protege a criança e respeita a
autonomia da mãe, promovendo um ambiente familiar adequado e garantindo os
direitos humanos fundamentais.