Análise morfológica da interface de união entre pinos de fibra, cimento resinoso e dentina intrarradicular

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Considerando todos os problemas relacionados à adesão de pinos de fibra de vidro e agentes cimentantes resinosos às estruturas radiculares dentárias, o objetivo deste estudo foi avaliar qualitativamente, por meio de microscopia eletrônica de varredura, o mecanismo de inserção do cimento resinoso nos condutos, que apresenta melhor regularidade e integridade nas interfaces de união entre pino de fibra, cimento resinoso e estrutura dentária. Materiais e métodos: os pinos paralelos cônicos de fibra de vidro foram cimentados nas raízes dentárias (n=10), com 12mm de profundidade de preparo, utilizando diferentes métodos de inserção de cimento resinoso nos condutos, manual com o próprio pino e com auxílio de ponta flexível ultrafina. Os grupos serão divididos de acordo com o sistema de inserção utilizado: G1: cimento resinoso autoadesivo – manual clicker (RelyX™ U200 - 3M ESPE); G2: cimento resinoso autoadesivo - ponta automix (RelyX™ U200 automix - 3M ESPE). As raízes foram seccionadas longitudinalmente e submetidas à Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). Foram realizadas fotomicrografias a cada 200 micrometros, do terço apical ao cervical, resultando em 20 fotomicrografias de cada terço da raiz. As imagens foram analisadas morfologicamente e comparadas, demonstrando que a linha de cimentação permaneceu íntegra e regular em todos os grupos; a interface cimento pino também manteve o selamento em todos os grupos. Porém, o método de inserção do cimento no conduto mais eficaz para cimentação de pinos de fibra, quanto à regularidade e integridade na interface cimento/dentina radicular ao longo dos três terços da raiz foi o do G2: cimento resinoso autoadesivo – automix, principalmente do terço apical.

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