Consequências da morosidade do judiciário no processo penal
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Resumo
A presente monografia versa sobre o direito fundamental à duração razoável do
processo, artigo 5º, inciso LXXVIII, acrescentado à Constituição Federal pela
Emenda Constitucional nº 45, de 8 de dezembro de 2004. Inicialmente, estuda-se a
estreita relação existente entre o tempo e o processo, verificando-se que a
aceleração do mundo atual influencia no processo. Tanto é assim, que o referido
direito fundamental é embasado no princípio da celeridade. Contudo, observa-se
que duração razoável do processo não deve ser entendida como sinônimo de
celeridade, pois o aceleramento indevido do feito pode violar garantias fundamentais
dos indivíduos, razão pela qual deve haver um equilíbrio entre a celeridade e outros
direitos envolvidos. Sem o tempo não há nenhum outro direito, não sendo
exagerado dizer que tal bem jurídico é um dos mais importantes para o ser humano.