Afetividade: da filiação, abandono e a responsabilidade civil
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Resumo
O trabalho de conclusão de curso que apresentamos a seguir foi elaborado da
seguinte forma:
Inicialmente apresentamos o tema, indicamos os problemas levantados a
partir desse mesmo tema e informamos o método que empregamos para a avaliação
científica dos referidos problemas.
Uma vez delimitada a abordagem do tema, nos propomos a encontrar
resposta para as questões levantadas que fossem úteis não só a nós próprias como
à comunidade jurídica como um todo.
Para o desenvolvimento do presente trabalho fizemos um levantamento do
processo de formação das primeiras famílias, acompanhamos sua evolução ao
longo dos tempos até a contemporaneidade quando, finalmente, ganha relevo o
princípio da afetividade como fundamento jurídico.
Nos debruçamos sobra a tutela jurídica da afetividade buscando entender os
modos pelos quais o Estado deve promover a proteção jurídica da afetividade e, no
plano judiciário, os reflexos disse na chamada Responsabilidade Civil.
Observamos que para se tornar efetiva, a tutela jurídica da afetividade deve ser articulada como medida de cunho declaratório, medida de cunho corretivo e
medidas de cunho reparatório.
Apresentamos a íntima relação do princípio da afetividade com o princípio da
solidariedade, este constitucionalmente previsto.
Destacamos o fato de que o reconhecimento do vínculo socioafetivo não
poderá ser desfeito pelo pai adotante uma vez constituída a posse do estado de
filho. Estudamos a questão da filiação afetiva e a vulnerabilidade infantil decorrente
do abandono afetivo. Discutimos detidamente o que é abandono afetivo e as consequências jurídicas
desse ato, capaz, inclusive, de desafiar uma ação de responsabilidade civil.