Manejo da dor em unidades de cuidados intensivos pediátricas: revisão de literatura
| dc.contributor.advisor | Arbex, Márcio Antônio | |
| dc.contributor.author | Andrade, Lara Hipólito Martins | |
| dc.contributor.author | Scopacasa, Luisa Costa | |
| dc.contributor.author | Segreto, Maryam de Carvalho | |
| dc.contributor.coadvisor | Pinheiro, Ricardo Barbosa | |
| dc.coverage.spatial | Volte Redonda | |
| dc.date.accessioned | 2024-09-11T19:17:00Z | |
| dc.date.available | 2024-09-11T19:17:00Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.description.abstract | Introdução: O manejo da dor em crianças internadas em unidades de cuidados intensivos constitui um desafio na atualidade. Sabe-se que as escalas de dor pediátricas são complexas e, por vezes, pouco objetivas, uma vez que as crianças podem apresentar dificuldade na comunicação, devido a não compreensão ou discernimento da própria condição, o que torna mais difícil a adequada analgesia e redução do sofrimento nesses pacientes. Objetivo: O objetivo do estudo foi revisar a literatura, para analisar e refletir acerca de alternativas farmacológicas e não farmacológicas disponíveis para o manejo da dor e minimização do sofrimento dos pacientes internados em unidades de cuidados intensivos pediátricos. Método: A pesquisa realizada foi uma revisão da literatura que incluiu 19 artigos que correspondiam ao objetivo do estudo e foram publicados no período de 2011 a 2021. Os artigos incluídos foram identificados por meio de buscas nos bancos de dados Cochrane, PubMed e Scielo. Discussão: A pesquisa desenvolvida evidenciou que a escolha do tratamento farmacológico varia de acordo com a intensidade da dor, no caso de dores leves, os fármacos indicados são o acetaminofeno ou os anti-inflamatórios não esteroidais. Já nas dores moderadas, a terapia recomendada é a associação de analgésicos não opioides e opioides fracos, enquanto nas dores intensas, os fármacos recomendados são os opioides fortes. Entretanto, neste estudo foi demonstrado que o uso de analgésicos opioides em crianças pode causar efeitos como a tolerância e dependência, além de diversas outras manifestações clínicas que variam de náusea e constipação até depressão respiratória e deficiência cognitiva. Conclusão: O estudo concluiu que o melhor tratamento da dor em crianças enfatiza o uso da terapia multimodal através da combinação de analgésicos não opioides para reduzir o risco de toxicidade e eventos adversos. Além disso, a associação dos métodos farmacológicos citados com métodos não farmacológicos de distração, como a realidade virtual demonstraram benefícios significativos na analgesia e atenuação da ansiedade, limitando o uso de opioides. | |
| dc.description.physical | 28 p. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13137 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.department | Biblioteca | |
| dc.publisher.initials | UniFOA | |
| dc.publisher.institution | Centro Universitário de Volta Redonda | |
| dc.subject.keyword | Medicina - TCM | |
| dc.subject.keyword | Cuidado intensivo pediátrico | |
| dc.subject.keyword | Manejo da dor pediátrica | |
| dc.subject.keyword | Dor pediátrica | |
| dc.title | Manejo da dor em unidades de cuidados intensivos pediátricas: revisão de literatura | |
| dc.type | monography |
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