População transexual e serviços de saúde: preconceitos e dificuldade de acesso
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Resumo
O presente trabalho objetiva demonstrar a dificuldade de acesso da população
transsexual ao acessar as políticas de saúde previstos constitucionalmente, uma vez que tem
sido negligenciada. A discussão justifica-se pela situação de risco em que os transexuais se
encontram hoje no Brasil, com pesquisas que apontam ser o país que mais mata essa parcela
da população. Primeiramente, analisa-se o contexto e as categorias, classificando cada
nomenclatura inserida no cotidiano dessa população, e se levanta um debate sobre os
conceitos de gênero e sexualidade. Em seguida, aborda-se sobre o Sistema Único de Saúde
(SUS) e o Serviço Social, em busca de espaço para reinvindicação de direitos aos transexuais.
Por fim, o texto pontua os direitos dos indivíduos trans à não patologização, e elabora-se um
debate sobre as dificuldades de acesso da transexualidade e como ela é entendida em seu viés
patológico. Partindo de uma abordagem social crítica, de caráter qualitativo, com referencial
marxista, empregado o método dedutivo, lançando-se mão de sólida fundamentação teórica,
pautada em pesquisa bibliográfica multidisciplinar, bem como em consultas à jurisprudência
brasileira sobre o tema analisado e outros correlatos, visando a uma adequada formulação,
desenvolvimento e conclusão dos pontos a serem abordados.