Avaliação da incidência de má oclusão na Clínica Integrada Infantil do UniFOA
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Resumo
As más oclusões possuem etiologia multifatorial, sendo caracterizadas pela presença de irregularidades no alinhamento dentário e por desarmonias esqueléticas. Podem incidir na dentição decídua e mista, podendo ser diagnosticadas e tratadas na ainda dentição decídua, evitando assim que a má oclusão interfira no desenvolvimento da criança. Em nosso estudo, analisamos o total de 20 crianças da Clínica Integrada Infantil do UniFOA, Volta Redonda-RJ, separadas em gênero masculino e feminino, com idade variando de 4 a 11 anos, com o objetivo de observar as incidências de má oclusão e comparar os resultados com estudos anteriores. Pacientes em tratamento ortodôntico ou portadores de dentição permanente foram excluídos da pesquisa. Neste estudo foi observado que somente 13% das crianças não apresentaram nenhuma alteração na oclusão e 87% da amostra possuía algum tipo de má oclusão. A mordida cruzada posterior foi a má oclusão com maior incidência, com total de 29%, sendo 19% meninos e 10% meninas, por conseguinte, mordida cruzada anterior com 26%, 10% meninos e 16% meninas. Mordida aberta apresentou a mesma incidência de 26%, porém, sendo 13% meninos e 13% meninas, com menos incidência, mordida profunda, correspondeu a apenas 6%, 3% meninos e 3% meninas. Com os resultados deste estudo, foi verificado que a maioria das crianças da amostra apresentava algum tipo de má oclusão, sendo a mordida cruzada posterior a mais predominante. Devido ao número elevado de incidência de má oclusão, políticas públicas para tratamento dessa enfermidade deveriam ser implementadas para que mais crianças tenham acesso ao diagnóstico e tratamento precoce.