Atendimento odontológico do paciente autista e os atuais índices epidemiológicos

dc.contributor.advisorCaetano, Roberta Mansur
dc.contributor.authorCoelho, Arthur Baudson Vieira
dc.contributor.authorSilva, Larissa Marçal Pinho da
dc.contributor.authorFrança, Silvania Maria Carlos
dc.contributor.coadvisorSoares, Marcela Ventura
dc.coverage.spatialVolta Redonda
dc.date.accessioned2025-11-12T18:52:56Z
dc.date.available2025-11-12T18:52:56Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractO Transtorno do Espectro do Autismo é caracterizado por déficit na comunicação social e no comportamento. O termo usado espectro é decorrente dos níveis de comprometimento. Para o autismo nível 1, o atendimento odontológico pode ser realizado no consultório ou em domicílio; para os níveis 2 e 3 podem ser necessários, sedação consciente e sedação pelo uso dos benzodiazepínicos e anestesia geral em ambiente hospitalar. Portanto, o cirurgião dentista deve compreender as limitações de cada indivíduo para a escolha da alternativa mais adequada. Essa revisão literária sobre o transtorno do espectro do autismo teve como objetivo destacar o manejo comportamental em consultório odontológico e realizar uma análise dos dados epidemiológicos. Os pacientes com TEA possuem alto risco de desenvolvimento das doenças cárie e periodontal; alta prevalência de hábitos parafuncionais e má oclusão. O ambiente odontológico apresenta inúmeros estímulos sensoriais e comportamentais que podem desencadear comportamento não cooperativo. Existem diversos métodos de manejo comportamental que podem ser empregados no consultório odontológico: contato visual, demonstração da técnica de escovação com outras crianças, música, TEACCH, ABA, PECS, Programa SON RISE. O diagnóstico do TEA é complexo e de difícil conclusão, realizado pela observação clínica comportamental e investigação relacionadas com a interação social. A prevalência é variada nos diferentes países, com estimativa de 1% das crianças em todo mundo, sendo maior no gênero masculino. Concluiu-se que o atendimento em consultório odontológico de pacientes com TEA deve iniciar precocemente, de forma individualizada, respeitando as particularidades do paciente. Nas últimas décadas houve um aumento da atenção dada aos estudos referentes ao TEA e em paralelo o aumento dos casos diagnosticados, que pode ser justificado pela evolução dos critérios diagnósticos, aumento na capacidade da comunidade e dos profissionais para avaliação, sendo fundamentais para as políticas públicas.
dc.description.physical26 p.
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13455
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentBiblioteca
dc.publisher.initialsUniFOA
dc.publisher.institutionCentro Universitário de Volta Redonda
dc.subject.keywordOdontologia - monografia
dc.subject.keywordTranstorno do Espectro Austista - assistência odontológica
dc.subject.keywordEpidemiologia
dc.titleAtendimento odontológico do paciente autista e os atuais índices epidemiológicos
dc.typemonography

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