Análise da relação entre a toxina botulínica e a infecção por SARS-COV-2, seus efeitos e duração
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Resumo
O rejuvenescimento facial é bastante almejado nos tempos atuais. O consumo de
procedimentos estéticos aumentou significativamente nas últimas décadas.
Comercialmente conhecido como Botox®, a toxina botulínica tipo A, princípio ativo
aprovado pela ANVISA e comercializado no Brasil tornou-se um dos procedimentos
estéticos mais utilizados no mundo. A toxina botulínica é uma neurotoxina produzida
pela bactéria Clostridium botulinum, que tem a capacidade de inibir a liberação de
acetilcolina na junção neuromuscular, causando a paralisia muscular temporária. A
COVID-19 é uma doença respiratória aguda causada pelo vírus SARS-CoV-2. Ela foi
identificada pela primeira vez em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China,
e desde então se espalhou rapidamente pelo mundo, sendo declarada uma
pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em Março de 2020. As
vacinas contra a COVID-19 são projetadas para ativar o sistema imunológico do
corpo a fim de produzir uma resposta imune protetora contra o vírus SARS-CoV-2.
Por outro lado, a interação entre a vacina da COVID-19 e outros medicamentos tem
sido uma preocupação para muitos autores, incluindo a correlação dos efeitos da
vacina e infecção pela COVID-19 com o uso da toxina botulínica. Portanto, a
revisão bibliográfica realizada indica que devido a necessidade de mais estudos
sobre o tema, os profissionais de saúde precisam tomar mais precauções antes de
recomendar o uso da toxina botulínica em pacientes que apresentem sintomas
indicativos de infecção por COVID-19.