Terapia endodôntica regenarativa no Sistema Único de Saúde (SUS): um estudo preliminar

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2024

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O objetivo dessa pesquisa foi estudar e analisar a possível adoção da terapia endodôntica regenerativa ao rol de procedimentos oferecidos na rede pública pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Tal terapia é utilizada em dentes permanentes jovens acometidos por necrose pulpar, decorrente de lesão cariosa ou trauma, que ainda não tiveram fechamento apical. A faixa etária alvo que pode se beneficiar por esse tratamento são as crianças e adolescentes de 6 a 13 anos de idade. O primeiro caso clínico aplicando essa terapia foi datado no inicio dos anos 2000 e desde então surgiram diversos outros estudos, relatos de casos e pesquisas focados na Endodontia Regenerativa. Por apresentar mais benefícios quando comparado a apexificação (técnica ainda considerado a tradicional) vem se tornando alvo de primeira eleição por diversos profissionais e como uma opção de tratamento que se alinha com os objetivos do SUS. Apesar da expansão deste tratamento na rede pública requerer considerações como investimento em recursos, treinamentos e qualificações para os cirurgiões dentistas, com a crescente demanda dentro da rede pública por tratamentos endodônticos especializados em crianças na idade de dentição mista é considerado importante a implementação da Terapia Endodôntica Regenerativa no Sistema Único de Saúde.

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