Alta social de idosos: desafios, fragilidades das políticas e redes sociais de apoio e o trabalho do assistente social
Carregando...
Data
Autores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Resumo
A alta social do idoso refere-se ao momento em que o idoso, após um período de internamento
ou tratamento médico, é reintegrado ao seu ambiente social, com a capacidade de retomar suas
atividades cotidianas e manter a interação com os seus e com sua comunidade. Um contexto
que vai além do aspecto médico e envolve a recuperação do idoso no que diz respeito ao
seu bem-estar social e qualidade de vida. Nesta, a atuação do assistente social é crucial para a
garantia de uma transição segura e eficaz. O objetivo do estudo foi compreender a alta social
hospitalar de idosos na articulação com outras políticas públicas e as fragilidades da rede
sociofamiliar no cuidado ao idoso. A pesquisa é de caráter bibliográfico, a partir de fontes de
pesquisas como teses, dissertações, livros e artigos que tratam o assunto e uma análise das
principais leis e portarias nacionais. A seleção das informações por meio eletrônico propicia
um avanço para as pesquisas, trazendo informações relevantes para um estudo detalhado. A alta
social objetiva assegurar que o idoso possa viver de forma segura e digna fora dos hospitais ou
instituições de longa permanência, com acesso a todos os cuidados e suportes necessários para
sua condição de saúde. Trata-se de um processo complexo que envolve desafios e fragilidades
nas políticas e rede de apoio. O assistente social tem papel crucial na transição segura e bem sucedida, sua atuação é envolta da avaliação, planejamento, coordenação e apoio à família. O sucesso desta transição necessita de fortalecimento nas políticas públicas, melhora na
coordenação entre serviços e expansão nas redes de apoio, garantindo um ambiente seguro e
acolhedor para a reintegração dos idosos à comunidade.