Uso de probióticos em pacientes com doença de alzheimer: uma revisão de literatura
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Resumo
O presente trabalho tem como objetivo revisar a literatura acerca do uso de
probióticos em pacientes com Doença de Alzheimer (DA), com o propósito de
melhorar a qualidade de vida por meio da regulação do eixo intestino-microbiota cérebro. Com o envelhecimento populacional e o aumento da prevalência da DA, há
uma crescente preocupação com as alterações neurológicas e comportamentais
relacionadas ao envelhecimento, que afetam não apenas os pacientes com a doença,
mas também seus cuidadores e familiares. A revisão de literatura teve natureza
analítica e descritiva, que envolveu a identificação, seleção e leitura de estudos para
sintetizar o conhecimento atual disponível sobre o tema. Além de consultar livros na
área, foram utilizados artigos provenientes das bases de dados PubMed, LILACS,
MEDLINE, SciELO e Google Acadêmico. A pesquisa incluiu artigos dos últimos 10
anos, sem restrições de idioma, utilizando Os descritores: "Doença de Alzheimer",
"Microbiota", "Probióticos" e "Saúde Mental". Estudos recentes indicam que a
regulação da microbiota intestinal por meio de probióticos e prebióticos pode ser uma
alternativa promissora para melhorar a comunicação do eixo intestino-cérebro e
minimizar desordens neurológicas associadas à DA. O uso regular desses micro organismos pode desempenhar um papel significativo na preservação da função
cognitiva e na redução do risco de doenças neurológicas, contudo é necessária mais
investigação para entender completamente esses mecanismos e aplicá-los
clinicamente.