Atividade física como tratamento complementar para transtornos depressivos

Resumo

Os transtornos depressivos estão se tornando mais comuns na sociedade moderna devido às mudanças nos padrões de vida. A depressão afeta todas as idades e é influenciada por fatores genéticos, biológicos e ambientais, resultando em desequilíbrios químicos cerebrais relacionados ao humor e emoção. Desajustes emocionais associados à depressão são atribuídos à diminuição dos neurotransmissores endorfina e serotonina, causando sintomas como desânimo e tristeza. Embora a terapia farmacológica seja comum, adições de terapias cognitivo comportamentais, como o exercício, têm mostrado melhorar os resultados do tratamento. A fim de sustentar o arcabouço teórico da pesquisa, foi utilizado o banco de dados do PubMed para corroborar a atualidade das informações acerca da relação entre a prática de atividades físicas e o transtorno depressivo. Além disso, com o fito de obter informações para análise e discussão dessa revisão bibliográfica e construção do arcabouço teórico, foi utilizada a plataforma Scielo. Baseado nesses dados, realizou-se uma discussão de caráter qualitativo sobre o impacto da prática das atividades físicas no melhor prognóstico dos indivíduos com transtorno depressivo. Dessa forma, a presente revisão bibliográfica indica que a prática regular de atividades físicas pode controlar os sintomas depressivos atuando como uma terapia promissora, com benefícios neurológicos e aumento na produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar. Portanto, incentivar a prática de exercícios moderados é fundamental como parte integrante do tratamento da depressão, especialmente para aqueles com deficiências físicas e mentais.

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